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domingo, 26 de agosto de 2012

Parque Villa-Lobos








 O Parque Villa-Lobos foi inaugurado em 1994 com apenas uma parte do projeto finalizada. Somente metade da área de 717 mil m2 encontra-se aberta ao público, com árvores de 1,5m de altura. Oferece playground, duas quadras poliesportivas e de tênis, campos de futebol, uma pista pavimentada frequentada por ciclistas, corredores e patinadores, anfiteatro, bebedouros, sanitários e estacionamento com 730 vagas. As bicicletas são alugadas na entrada do estacionamento.
O parque Villa-Lobos fica localizado na margem esquerda do rio Pinheiros, próximo a ponte do Jaguaré. A entrada principal é pela Av. prof.º Fonseca Rodrigues.
Inaugurado no final de 1994, o parque é um bom programa para caminhadas, passeios de bicicletas e um oásis para os patinadores. Uma de suas atrações é o espaço livre, em sua maioria pavimentado, próprio para corridas e bicicletas.
Possui 732 mil m² de área verde, ciclovia, playground, ilha musical para shows e concertos e bosque de Mata Atlântica. A área de lazer inclui ainda aparelhos para ginástica, pista de cooper, tabelas de basquete, 3 quadras para futebol de salão, 7 para tênis, além de quadras poli esportivas, 4 campos de futebol, 2,4 km de pistas para caminhadas, 1,5 km de ciclovia. Um anfiteatro aberto de 729 m², com 450 lugares, sanitários adaptados para deficientes físicos, lanchonete e 750 vagas para estacionamento. O parque abriga também o torneio internacional Aberto de São Paulo de Tênis , além de promover eventos musicais, especialmente instrumentais, como orquestras, grupos de choro, etc.
O público estimado é de cerca de 3 mil pessoas por dia durante a semana e aproximadamente 25 mil pessoas por dia nos fins de semana.
A segurança do parque é auxiliada pela polícia militar, que está baseada no local com a 1ª CIA do 23º BPM/M; uma equipe terceirizada bastante experiente complementa a segurança.

Local:

Avenida Professor Fonseca Rodrigues, 1655 - Alto de Pinheiros
tel.: (011) 3023 - 0316
Entrada Franca terça a domingo, das 7 às 18 horas

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Edifício Copan "Símbolo da arquitetura moderna"







 Aqui na Cidade Cultura está o edifício Copan, localizado no centro da cidade, completou quatro décadas de inauguração no dia 25 de maio de 2006. Símbolo da arquitetura moderna brasileira, seu projeto foi concebido pelo líder do movimento, o arquiteto Oscar Niemeyer, em 1954, na ocasião do IV Centenário de São Paulo.
 Encomendado pela Companhia Pan-Americana de Hotéis e Turismo, o objetivo principal era se um grande centro urbanístico no modelo do Rockfeller Center. No entanto, a obra só foi iniciada em 1957, depois de várias alterações em seu plano original. O fato da cidade apresentar um enorme potencial imobiliário e turístico foi um dos principais motivos para o desenvolvimento do projeto, finalizado em 1966, por Carlos Alberto Cerqueira Lemos.
O prédio tem a maior estrutura de concreto armado do país, com 115 metros de altura, repartidos em 32 andares e 120 mil m² de área construída. É dividido em seis blocos, com um total de 1.160 apartamentos de dimensões variadas, numa estimativa de 5 mil residentes e mais 70 estabelecimentos comerciais. Os Correios decidiram designar para o condomínio do edifício um CEP especial, 01066-900.
Sua arquitetura em forma de “S” está sempre evidente no horizonte de quem passa pelas principais vias da cidade. Está localizado na região Central, na Avenida Ipiranga, 200. Considerado um local que “tem de tudo um pouco”, já até cedeu seus segredos para um livro de ficção chamado “Arca sem Noé - Histórias do Edifício Copan”, de Regina Redha.



Serviço:
Edifício Copan
Avenida Ipiranga, 200 - Bloco S - Sobreloja - Bela Vista - São Paulo (Metrô República)
Tel.: (11) 3259-5917
Horário: De segunda a sexta, com hora marcada por telefone
Grátis

domingo, 19 de agosto de 2012

Pátio do Colégio







Falar sobre o Pátio do Colégio é relembrar as origens de uma cidade - São Paulo - hoje considerada a terceira maior do mundo, e cujas marcas estão claramente fixadas no encontro de raças e na expansão do cristianismo.
Sob os olhares curiosos dos Guainás e Tupiniquins, um grupo de treze padres da Companhia de Jesus, da qual faziam parte José de Anchieta e Manoel da Nóbrega, escalaram a serra do mar chegando ao planalto de Piratininga. Do ponto de vista da segurança, a localização topográfica de São Paulo era perfeita: situava-se numa colina alta e plana, cercada por dois rios, o Tamanduateí e o Anhangabaú.
Reuniram-se em torno de uma cabana construída pelo cacique Tibiriça, no planalto de Inhapuambuçu, e ali celebraram a famosa missa de 25 de janeiro de 1554. A data corresponde ao dia da conversão do apóstolo Paulo que, por sua vez, justifica o nome dado à cidade. Desde então, essa solenidade constitui-se na certidão do nascimento de São Paulo.
A humilde cabana de pau-a-pique, cujas paredes eram feitas com uma armação de paus e cipós preenchida de barro socado, desprovida do mínimo conforto,abrigava também um seminário e uma escola. Nela, José de Anchieta, fervoroso apóstolo de Cristo, iniciou seu trabalho como educador de nativos, mais conhecido como catequese. Em 1556, o padre Afonso Brás, precursor da arquitetura brasileira, foi o responsável pela ampliação da construção original,que recebeu oito cubículos para servir de residência aos jesuítas.Uma disputa entre colonos e religiosos culminou com a expulsão dos jesuítas no ano de 1640, cujo regresso só aconteceu 13 anos depois.
Um novo conjunto de colégio - onde foram instalados os primeiros cursos de filosofia, teologia e artes e uma biblioteca e capela foi construído com a volta dos jesuítas em 1653 ocupando uma área de 1.1502,52 m2. Para essa construção foi utilizada uma técnica mais aprimorada:a taipa de pilão.
Mais uma ampliação, e o Colégio foi incorporado ao edifício principal em uma ala perpendicular na lateral direita, no ano de 1745. Os jesuítas foram expulsos novamente, por decreto do Marquês de Pombal em 1759, com repecussão mundial que resulta na supressão da Companhia de Jesus, que só será recobrada no ano de 1954. Isso provoca uma completa alteração em tudo que havia sido feito até então.
                      ,                 ( Eu e meu grande amigo Márcio Henrique Cunha )

O governo então se apropria dos bens da Companhia de Jesus e o antigo casarão colonial é completamente descaracterizado por profundas reformas até se transformar no Palácio dos Governadores no período entre 1765 e 1908. Foi nessa época também que a igreja perde seu precioso patrimônio como consequência de um desmoronamento de causas desconhecidas.
Entre 1932 e 1953, o então Palácio do Governo é transformado na Secretaria da Educação o que de certa forma, dá ao edifício uma função mais próxima de sua vocação original. Finalmente, o ano de 1954 marca a retomada do projeto original. A Companhia de Jesus recebe de volta as instalações e dá-se início à reconstituição do Colégio, nos moldes da terceira construção , permanecendo remanescentes a Cripta, parte de uma parede em taipa de pilão e o antigo torreão.
Hoje, quem visita o complexo Pátio do Colégio encontra o museu Padre Anchieta, o auditório Manoel da Nóbrega, onde são realizados eventos culturais, a Galeria Tenerife,a praça Ilhas Canárias com seu Café do Pátio, a Capela Beato José de Anchieta, onde estão guardados o Fêmur de José de Anchieta e seu manto, a Cripta Tibiriçá e a Biblioteca.

Informações:

Fone: 3105-6898
Endereço: Praça Pateo do Collegio, n°2 - Centro - São Paulo - SP
CEP: 01016-040






sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Instrumentos musicais é na Rua Teodoro Sampaio




A rua Teodoro Sampaio, no bairro de Pinheiros aqui em São Paulo, é uma rua dominada pelas lojas de instrumentos musicais. Quem quiser comprar qualquer instrumento ou acessório, pedais, cordas, baquetas, amplificadores, enfim, tudo referente à atividade musical, pode procurar lá. A cada semana grupos se revezam apresentando música instrumental da melhor qualidade, provocando uma grande aglomeração de pessoas que curtem o astral e a performance dos músicos que se apresentam lá.



Ponto de encontro de roqueiros, dj´s, sambistas, apreciadores de MPB, sertanejos, cantores de churrascaria, enfim; a Teodoro Sampaio é  o melhor lugar do Brasil para se comprar um instrumento. Localizada no agradável bairro de Pinheiros, a rua acomoda cerca de 30 lojas de instrumentos e acessórios, compreendidas em sua maioria, do número 700 até a Praça Benedito Calixto.

Boa opção para se chegar até lá é o metrô. Saltando na estação Clínicas são cerca de dez minutos caminhando. Já para quem prefere o conforto do carro, o melhor é ir pela Henrique Shaumann e seguir o fluxo no sentido único da Teodoro sentido bairro-centro. A rua tem zona-azul e diversos estacionamentos.



quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Zoológico de São Paulo






Poucas experiências são tão significativas para adultos e crianças quanto uma visita ao Zoológico. Apreciar a diversidade da fauna cria um vínculo poderoso e universal com a natureza. Aproximadamente 10% da população do mundo visita um zoológico ou aquário a cada ano. Desde sua abertura em 1958, o Zoológico de São Paulo já recebeu mais de 85 milhões de visitantes.

Localizado em uma área de 824.529 m² de Mata Atlântica, o parque aloja nascentes do histórico riacho do Ipiranga, cujas águas formam um lago que acolhe exemplares de aves de várias espécies, além de aves migratórias. Assim como o lago, a mata abriga animais nativos de vida livre, formando maravilhosa fauna paralela.

Por meio da exibição de mais de 3.000 animais, representados por  espécies de mamíferos, aves, répteis, anfíbios e  invertebrados, o Zoológico de São Paulo promove a conscientização do público sobre as diversas formas de vida sobre a Terra.


|http://www.zoologico.com.br/
Nativos da Mata 
ttp://www.zoologico.com.br/

sábado, 11 de agosto de 2012

Museu de Zoologia da USP





A maioria dos animais expostos, em uma área de 700 m², pertence à fauna tropical e foi preparada (taxidermizada ou embalsamada) há mais de 50 anos. No saguão de entrada, algumas vitrinas informam o visitante sobre as principais atividades dos docentes e pesquisadores do Museu. Os animais estão grupados de acordo com sua classificação: peixes, anfíbios, répteis, aves e mamíferos, e alguns invertebrados, como corais, crustáceos e moluscos. A Biblioteca, especializada em Zoologia, dispõe de instalações e equipamentos modernos, atendendo a comunidade científica e o público em geral. Conta com um patrimônio de 73.850 volumes, sendo 8.473 livros, 2.364 títulos de periódicos, além de teses e mapas.

Museu de Zoologia da USP
Av. Nazaré, 481 - Ipiranga
CEP 04263-000
São Paulo - SP
FoneFax: (0xx11) 6165-8100 (0xx11) 6165-8118

sábado, 4 de agosto de 2012

Vila Madalena




Vila Madalena  o bairro paulistano mais cult, mais vanguardista e paradoxalmente mais retrô de São Paulo.

O bairro simplesmente encanta por sua vocação artística e boêmia, por suas ruas residenciais tipicamente paulistanas, por seus botecos, por guardar em pleno século 21 uma identidade bem característica das últimas décadas do século passado.

É incrível a quantidade de intervenções artísticas ao andar pelas ruas da Vila!

Enfim, não há como não gostar da Vila Madalena. É simplesmente um patrimônio paulistano!






História da Vila Madalena

A Vila Madalena nasceu Vila dos Farrapos. Era uma parte de Pinheiros, uma extensa região que se espraiava, nos inícios da ocupação de São Paulo, desde a várzea do Rio Pinheiros até o espigão da Paulista. No século XVI, a Vila dos Farrapos era habitada por indígenas que haviam abandonado a parte central da cidade depois da instalação dos jesuítas e do colégio, em 1554. Na região de Pinheiros formara-se, então, um aldeamento, onde os missionários jesuítas ministravam a catequese, faziam batizados e missas e ensinavam os hábitos do trabalho aos índios. Na aldeia foi erigida uma capela, cuja padroeira era Nossa Senhora da Conceição.


Os morros e planaltos de Pinheiros eram cortados pelo Córrego do Rio Verde, que nascia perto da rua Oscar Freire e desaguava no Rio Pinheiros. As localidades do lado oeste do córrego, onde hoje está a Vila Madalena, chamavam-se, já no início de nosso século, Sítio do Rio Verde. Alguns antigos moradores da Vila Madalena contam que o proprietário das terras era um português. Ele tinha três filhas: Ida, Beatriz e Madalena, que deram origem aos nomes dos atuais bairros da Vila Beatriz, Vila Ida e Vila Madalena. Entretanto, a história faz parte da memória oral dos habitantes da Vila.


Na primeira década de nosso século, a cidade de São Paulo ia se ampliando para além do antigo triângulo histórico, e diversos de seus protagonistas, que moravam longe do centro, já necessitavam de transporte. Em 1910, a Light, uma das principais empresas urbanizadoras de São Paulo, assim como a City, anunciou a construção de uma linha e de uma estação de bondes na região da Vila Madalena.




Nessa época, as ruas eram de terra, sem iluminação, com acesso precário, de suas ladeiras íngremes e pequenos córregos. Sem dúvida, a chegada do bonde traria melhoramentos urbanos para a Vila Madalena. Foram chegando e fixando-se na região, então, diversos motorneiros, padeiros, açougueiros, sapateiros, pedreiros do cemitério, servidores públicos, quase todos de origem portuguesa. Nesse momento, o Sítio do Rio Verde foi loteado e começou a ocupação de uma nova sorte de gente na Vila Madalena.




Hoje, a Vila Madalena reúne moradores tradicionais, que ainda possuem casas simples com grandes terrenos (com criação de patos, galinhas etc.) e vários artistas e intelectuais. Durante os anos 70, muitos estudantes alugavam essas casas grandes e faziam uma espécie de república. A partir dos anos 80, começaram a surgir bares e uma série de negócios incrementados (galerias de arte, ateliês e lojas de grife).