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sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Renato Russo é tema de exposição no MIS




Renato Russo é tema de exposição no MIS
Museu da Imagem e do Som de São Paulo





A mostra conta com curadoria de André Sturm – ex-diretor do MIS –  e direção de arte do Ateliê Marko Brajovic. , Giuliano Manfredini,  único filho do artista, concedeu ao MIS total acesso ao apartamento de Renato Russo confiando à equipe do museu sua catalogação, conservação e adaptação para a exposição. A exposição Renato Russo é apresentada pela Samsung Conecta e pelo Ministério da Cultura.
Renato Russo apresenta, por meio de uma experiência imersiva, a vida e a obra deste ícone do rock brasileiro. A exposição, que parte exclusivamente do acervo de Renato Russo, apresenta objetos pessoais, peças de vestuário, fotografias, manuscritos, instrumentos musicais, documentos escolares, desenhos, cartas de fãs, além de prêmios, fanzines, folhetos e impressos variados que irão percorrer toda a sua trajetória.
O público pode mergulhar no caráter multifacetado de Renato Russo, que, além de grande letrista, também produziu desenhos e pinturas, bem como uma peça de teatro e projetos cinematográficos. Particularidades como suas coleções de anjos e de baralhos de tarô também podem ser vistas.




Serviço:
Onde: MIS-SP (Av. Europa, 158, Jd. Europa)
Quando: de 7 de setembro de 2017 a 28 de janeiro de 2018
Horários: 10h-21h (ter a sáb); 9h-19h (dom e feriados)

Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia) até 23 de setembro
Depois, sobe para R$ 80 a inteira e R$ 40 a meia.
Às terças é sempre de graça.
Onde comprar: na bilheteria do MIS (abre 30 minutos antes da visitação)
 Telefone: (11) 2117-4777










terça-feira, 12 de setembro de 2017

Catavento Cultural e Educacional.

                                           Eu e meu filho Pedro Daniel




Autor: Tainá Costa


Catavento Cultural e Educacional.

Localizado na Praça Cívica Ulisses Guimarães, no centro de São Paulo, o Catavento Cultural e Educacional é um dos espaços da

cidade que mais atrai público infantojuvenil em busca de informação e diversão. O local tem como objetivo apresentar para

crianças e adolescentes, assim como para adultos, conhecimentos científicos e culturais transmitidos de forma lúdica, por meio de

exposições e outros ambientes interativos.


O Catavento incentiva as crianças a descobrirem a ciência.
As instalações do Catavento estão divididas em quatro grandes seções que tratam de temas determinados. A primeira, intitulada

Universo, fala sobre o espaço sideral e sobre os planetas de nosso sistema solar; a segunda é denominada Vida, e conta a história

da evolução na Terra, desde os primeiros animais até o Homem; Engenho, a terceira seção, traça um panorama das criações humanas

no âmbito da ciência; já Sociedade mostra os problemas de convivência enfrentados por diversos povos do mundo.




                           fotos minhas  : William Rubira ,.Debora, Laura e Pedro
O espaço conta com acervo de exposição.

Inaugurado em 2009, no antigo prédio do Palácio das Indústrias, o Catavento Cultural e Educacional possui mais de oito mil metros

quadrados de área, nos quais estão dispersas aproximadamente 250 atrações que prometem entreter crianças, jovens e adultos de

todos os gostos.



Além do público infantil, o espaço conta com visitantes de todas as idades.

O espaço está aberto para o público de terça a domingo, inclusive aos feriados, e visitações em grupo, com mais de 12 opções de

roteiros temáticos, podem ser agendadas mediante o preenchimento do formulário disponível no site oficial. Os ingressos custam de

R$ 3 (meia) a R$ 6, mas aos sábados a entrada é franca.
Catavento_Cultural_270315_Foto_JoseCordeiro_0185

É possível agendar visitas escolares no museu.

Serviço:

Catavento Cultural e educacional
Horário de funcionamento: de terça a domingo, das 9h às 17h, inclusive aos feriados. Entrada até as 16h.
End.: Praça Cívica Ulisses Guimarães, s/n - Brás − Centro - São Paulo.
Preço: R$ 6 (R$ 3, meia-entrada). Aos sábados, a entrada é gratuita.
Tel.: (11) 3315-0051.
http://www.cataventocultural.org.br/





Laura com medo do Tigre Dentes de Sabre rs e  abaixo  A Debora  e a Laura vendo a Doris rs

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Mosteiro de São Bento

                               






                              O Mosteiro de São Bento no Coração de São Paulo

O Mosteiro de São Bento é um símbolo importante para a cidade de São Paulo. Com mais de 400 anos de História, o Mosteiro sempre teve grande influência na cidade. Vale lembrar a própria localização em que foi construído o cenóbio beneditino. O local era a Taba do Cacique Tibiriçá. Foi doado pela Câmara de São Paulo em 1600 aos monges. Segundo o documento de doação das terras, guardado no arquivo do Mosteiro, o local era “o mais importante e melhor, depois do colégio”. Com o crescimento da Vila ainda no Século XVII, Fernão Dias Paes Leme, o “Governador das Esmeraldas”, ampliou a igreja e melhorou as dependências do Mosteiro.

Anos depois, com a aclamação popular de Amador Bueno – um importante personagem da vila paulistana – como Rei em São Paulo, este recorre aos monges beneditinos, a fim de acalmar a população – interessante episódio histórico que assinala o primeiro grito de independência em terras do Brasil. Evitando aqueles que queriam fazê-lo rei apressadamente, rumou em direção ao templo onde refugiou-se. Os paulistas seguem ao seu encalço gritando: “Viva Amador Bueno, nosso Rei!”, ao que ele replicou muitas vezes: “Viva o Senhor D. João IV nosso Rei e Senhor, pelo qual darei a vida!”. Para que Amador Bueno não perdesse sua vida por não aceitar tal aclamação, o Abade e a Comunidade Monástica acalmaram os ânimos do povo. Amador Bueno estava então a salvo.

São dependentes do Mosteiro de São Bento de São Paulo, o Mosteiro de São Bento de Sorocaba, fundado em 1667 e o Mosteiro de São Bento de Jundiaí de 1668. Além destes, foram fundados mais dois: Santana do Parnaíba (1643) e Santos (1650).

A construção atual do Mosteiro não é a mesma de séculos anteriores. Trata-se da quarta construção. À demolição do antigo edifício, muito decadente em fins do Século XIX, seguiu-se a construção do Gimnásio de São Bento – hoje Colégio de São Bento – em 1903. Mas foi em entre 1910 e 1912 que o cenário mudou. São Paulo passava por grande processo de urbanização. Sua população aumentava, ganhando relevância no cenário nacional. O Mosteiro seguiu este ritmo e em 1910 deu início à construção da nova Igreja e Mosteiro. A construção compõe-se do estilo da escola artística de Beuron, projeto de Richard Berndl – Professor da Universidade de Munique e um dos melhores arquitetos da Alemanha. É desta época a decoração interna em estilo Beuronense foi feita pelo beneditino belga Dom Adelberto Gressnigt. A Basílica só foi consagrada em 1922. Nesta época foram instalados os sinos e o relógio, tido como o mais preciso de São Paulo.

Breve histórico do Mosteiro de São Bento

Pode-se dizer que o sítio histórico que abriga o Mosteiro de São Bento é o mais antigo de São Paulo. A instituição completou em 1998 seu IV centenário de ocupação ininterrupta no mesmo local. Cabe lembrar que o Pátio do Colégio, marco de fundação da cidade, passou por várias transformações e de 1765 a 1932, abrigou o Palácio do Governo.

A fundação do Mosteiro de São Bento data do fim do século XVI ou mais exatamente, de 14 de julho de 1598. Segundo documentação da época, foram concedidas duas Sesmarias pelo Capitão-Mor Jorge Correia, as quais seriam a base da fundação beneditina na pequena vila.

O terreno cedido a São Bento era o mais bem localizado, depois daquele do Colégio dos Jesuítas, ficando exatamente no alto da elevação, entre as águas do Anhangabaú e do Tamanduateí, abrangendo de um lado até o Vale do Anhangabaú e do outro, até a atual 25 de Março, inclusive.

O mosteiro teve como fundador um paulista de nome Simão Luís, nascido em São Vicente, o qual mais tarde passou para a história, com o nome de Frei Mauro Teixeira. Discípulo do Padre José de Anchieta, conheceu o Cacique Tibiriçá e anos depois, construiu, no mesmo local onde existira a Taba do glorioso índio, uma igreja em homenagem a São Bento. Aí levantou um pequeno santuário, que conservou, durante algum tempo, sob seus cuidados.

A 15 de abril de 1600, os oficiais da Câmara ratificaram, o que já havia sido feito por seus colegas, a Frei Mauro Teixeira: “Carta de chãos de sesmaria, para o sítio do convento”, por “constar ser como o dito padre diz e alega, por serviço de Deus Nosso Senhor e de seu servo, o bem aventurado São Bento”, “os quais chãos serão para o convento, mosteiro, ou casa do dito santo, fôrros livres e isentos de todo tributo e pensão, de hoje até o fim do mundo”.

Graças a Fernão Dias Pais, foi construído um novo templo. Em janeiro de 1650, foi lançada a pedra fundamental para sua construção. As imagens de São Bento e Santa Escolástica que vemos hoje na atual basílica, da autoria de Frei Agostinho de Jesus, datam desta época. Os restos mortais de Fernão Dias Paes e de sua esposa se encontram na cripta do mosteiro.

Em Julho de 1900 D. Miguel Kruse assume a direção do mosteiro e inicia um novo período na história de São Paulo. Seus primeiros esforços são no sentido de dotar o mosteiro de um bom colégio secundário. Surge assim, em 1903, o Colégio de São Bento. Logo após, em 1908, funda a Faculdade de Filosofia, que seria a primeira do Brasil. Em 1911, instala a primeira Abadia de Monjas Beneditinas da América do Sul, o Mosteiro de Santa Maria – próximo à Avenida Paulista.

É também de iniciativa de D.Miguel Kruse a construção de uma nova Abadia e um novo mosteiro. Em 1910 tem início a nova construção segundo projeto do arquiteto Richard Berndl da cidade de Munique, Alemanha. Quatro anos mais tarde, em 1914, estava completo o conjunto beneditino que conhecemos hoje: a Basílica de Nossa Senhora da Assunção, o Mosteiro e o Colégio de São Bento, marco histórico, cultural e turístico de grande importância para a cidade de São Paulo.




Largo do Café







                                                  Largo do Café

 Largo do Café local lindo  e  histórico  no centro da cidade de São Paulo, na região Sé ,entreas  ruas São Bento, Álvares Penteado e a rua do Comércio.

Rodeado por edifícios históricos. Tem esse nome, porque na época dos barões do café o Largo era o ponto de encontro para compra e venda de café. Havia a Bolsa do Café, mais tarde incorporada pela Bolsa Mercantil e de Futuros, sendo o café um produto agrícola a que mais devem São Paulo e o Brasil, sob o ponto de vista econômico.



quarta-feira, 27 de julho de 2016

A cidade cinza...poética...



A cidade cinza concreto,empoeirada,poluída...
...também é linda...poética , é um presente aos raros...
e...quase invisível aos milhares e milhares de olhares desatentos, distraídos...
...pobres daqueles que não tem a felicidade de notar  a beleza do nascer e do por do sol.







 




quinta-feira, 21 de julho de 2016

Catedral Anglicana




O cristianismo chegou à Inglaterra no século III. Nessa época o território estava sob um processo de colonização romana. Os legionários, mercadores, soldados e administradores levaram à colônia suas leis, costumes e religião. Entre eles havia provavelmente aqueles que tinham abraçado a fé cristã e oravam secretamente a Deus, enquanto os seus companheiros prestavam honras ao império, ao imperador e aos deuses das religiões de mistério. Estamos aqui no terreno das conjecturas. A história não deixou documentos que pudessem provar a veracidade dos fatos. Por isso, nos lugares marcados pelo silêncio da história, encontramos lendas e tradições que falam de viagens missionárias que teriam sido feitas àquela ilha pelos apóstolos Paulo e Filipe e por José de Arimatéia. A primeira referência histórica sobre a existência de cristãos na Grã-Bretanha foi registrada por Tertuliano que, em 208, fala de regiões da ilha que haviam se convertido ao cristianismo. Pouco se sabe sobre esses cristãos durante o segundo século. O certo é que, em 314, três bispos ingleses participaram do Concílio de Arles, no sul da França. Esse fato mostra que já havia uma igreja organizada na grande ilha. No começo do século V, os romanos abandonaram a Grã-Bretanha, permitindo a invasão dos anglo-saxões, que destruíram as igrejas e reduziram a prática da fé cristã durante quase 150 anos. Em 597, o papa Gregório enviou uma comitiva de 40 monges, chefiada por Agostinho, para converter os bretões. A obra missionária iniciada por Agostinho foi consolidada por uma segunda missão romana liderada por Teodoro de Tarso. No final do século X, os dinamarqueses invadiram a Grã-Bretanha e destruíram quase tudo, deixando a impressão que Deus havia se ausentado do mundo. Em 1016, houve uma segunda invasão normanda, mas com a diferença de que o rei era cristão e por isso a igreja foi protegida. Doze séculos depois, a igreja inglesa julgou necessário resistir à antiga intromissão papal, rompendo suas relações com Roma.


SINAIS DA REFORMA
Os primeiros sinais da reforma inglesa que vão eclodir na separação provocada por Henrique VIII, em 1534, começaram, na verdade, com Anselmo (1034-1109), que aceitou o convite para ser Arcebispo de Cantuária sob duas condições: que as propriedades da igreja fossem devolvidas pelo rei e que o arcebispo fosse reconhecido como conselheiro do rei em matéria religiosa. A luta que começou entre a coroa e a igreja confirmou, mais tarde, que a Inglaterra fez sua reforma religiosa debruçada sobre si mesma. Henrique VIII não fundou um nova igreja, mas simplesmente separou a igreja que já existia na Inglaterra da tutela e controle romanos por razões políticas, econômicas, religiosas e até pessoais. Durante quase mil anos a Igreja da Inglaterra esteve sob o domínio direto de Roma. Henrique VIII rompeu essa antiga filiação eclesiástica com o apoio do Parlamento. Separada e independente, a Igreja da Inglaterra continuou sua milenar caminhada na história, alternando períodos de influência ora romanístas, ora protestantes. Em 1559, começou o reinado de Isabel I, e com ela veio o controvertido Ato de Uniformidade, que devolveu à rainha o mesmo poder sobre a igreja que tinha Henrique VIII. A era elizabetana foi um período de apogeu. Foi nessa época que começou a colonização da América, onde a igreja anglicana se desenvolveu rapidamente e se organizou principalmente depois da independência americana em 1776. A igreja americana teve seu primeiro bispo em 1784 e manteve a igreja livre do poder civil. Assegurada a sucessão apostólica, a igreja americana se desenvolveu rapidamente, criando dioceses, paróquias e inúmeras instituições.
 
PRINCÍPIOS
As igrejas anglicanas defendem e proclamam a fé católica e apostólica nas Escrituras e interpretada à luz das tradições, do estudo e da razão. Em obediência aos ensinos de Jesus, as igrejas são comissionadas para proclamar as boas novas do Evangelho para toda a criação. A fé, a ordem e prática estão expressos no Livro de Oração Comum, nos ordinais dos séculos XVI e XVII e mais resumidamente no Quadrilátero de Lambeth, aprovado pela conferência de Lambeth de 1888. Este documento definiu como elementos essenciais de fé e ordem para a busca da unidade cristã:



SÍMBOLOS
Um dos símbolos mais conhecidos da igreja anglicana é a Rosa dos Ventos (Compass Rose), espalhado por todos os lugares onde existe uma igreja anglicana, demonstrando que o seu uso está se tornando cada vez mais universal. No centro, vemos a cruz de São Jorge, que lembra a origem dos anglicanos.
A inscrição em grego foi tirada de João 8.32 (a verdade vos libertará) e circunda a cruz e a bússola, lembrando a expansão do Cristianismo anglicano pelo mundo. A mitra que em cima do emblema nos lembra o papel do bispo e a ordem apostólica como elementos essenciais das igrejas que integram a grande família da Comunhão Anglicana. A Rosa dos Ventos é um símbolo largamente usado pelos anglicanos como sinal identificador da Comunhão Anglicana.
A cruz celta, é um símbolo do início do cristianismo nas ilhas britânicas, e hoje , muito associada a fé anglicana. O Círculo em volta da cruz simboliza a universalidade de Cristo, que não tem início nem fim, conforme o livro de Apocalipse: “Eu Sou o Alpha e o Ômega, o princípio e o fim, o primeiro e o último” (Ap 22:13)




Horário de atendimento da Secretaria
Segunda à Sexta das 10h às 18h
Sábado das 9h às 19h

Nossos Telefones:
(11) 5686-2180 / (11) 5686-0383
(11) 5686-1673 / (11) 5686-2296
 Por e-mail
 contato@catedral-anglicana.org.br
Onde estamos:
Rua Com. Elias Zarzur, 1.239 - Alto da Boa Vista São Paulo, CEP: 04736-002


terça-feira, 19 de julho de 2016

IGREJA ORTODOXA ANTIOQUINA




Até o final da década de 1930 os fiéis ortodoxos de São Paulo tinham somente a pequena igreja da antiga Rua Itobi, hoje Rua Cavalheiro Basílio Jafet, na região da Rua 25 de Março, para praticar seus ritos e cumprir os preceitos religiosos.

        Em 1939 foi comprado um terreno na Rua Vergueiro, no bairro do
Paraíso, onde foi construído o mais esplendoroso e maior templo bizantino da América do Sul, dedicada ao Santo Apóstolo Paulo, padroeiro da cidade. Seu projeto foi concebido pelo arquiteto Paulo Taufik Camasmie, em puro estilo bizantino, nos moldes da grande Basílica de Santa Sofia de Constantinopla (atual Istambul na Turquia).

       Seu interior é revestido de mármore, mesmo material no qual foi trabalhado o belo iconostácio vindo da Itália, doado por Assad e Gorgie Assad Abdalla. A Catedral não só tem a função de manter a pura continuidade dos ritos e da tradição da Igreja Ortodoxa em terras brasileiras, como também de ser um centro de informação e difusão da espiritualidade e vivência do Cristianismo Ortodoxo para todas as pessoas e grupos que nos procuram para ter um conhecimento mais profundo sobre os vários temas relacionados à Ortodoxia: sua arquitetura, cântico litúrgico, seu papel e participação ecumênicos no desenvolvimento de relações com as várias denominações cristãs e religiões não cristãs presentes em nosso país.

        Na secretaria da Catedral o atendimento à comunidade, de segunda-feira a sábado, é diversificado, através do qual os fiéis e amigos podem ter esclarecimentos sobre os sacramentos e todas as cerimônias, bem como ali são desenvolvidos trabalhos de cunho pastoral e catequético, para que todos possam ter uma maior proximidade com nossa comunidade de fé.

      A Catedral, por ser sede da Arquidiocese, tem a presença constante de seu superior maior, Dom Damaskinos Mansour, Arcebispo Metropolitano de São Paulo e todo o Brasil, na função desde 1997, coadjuvado por Dom Romanós Dawoud, Bispo Auxiliar, e pelos reverendos Padres, Diáconos e Hipodiáconos de nosso Clero, assim como por um grupo de leigos que compõem os conselhos da Igreja.

      A Catedral, atualmente, integra o guia turístico da cidade de São Paulo e foi recentemente restaurada. A primeira fase da restauração teve como foco principal a recuperação da fachada, a impermeabilização do teto e o reforço de sua estrutura. As cúpulas também foram revestidas com lâminas de metal dourado, foram colocados holofotes no interior das torres e o carrilhão dos sinos foi recuperado. A Catedral está aberta a visitação pública no horário de funcionamento da secretaria. Excursões e grupos de estudo deverão agendar antecipadamente, por telefone, dia e horário.

A ARQUITETURA DA CATEDRAL



       A Catedral Metropolitana Ortodoxa é uma construção típica da arquitetura bizantina, inspirada na Basílica de Santa Sofia em Constantinopla, capital do Império Bizantino, atual Istambul, localizada no território da Turquia, como já dito anteriormente. A arte bizantina tem como objetivo expressar a autoridade absoluta do Imperador, considerando-o sagrado, um representante de Deus com poderes temporais e espirituais. No caso da Catedral Ortodoxa de São Paulo, destaca-se o equilíbrio de uma grande cúpula sobre uma planta quadrada. Internamente possui uma sucessão de janelas e arcos, criando um espaço de grande beleza e amplitude.




A pintura interna merece destaque. Seus vitrais são verdadeiras obras de arte, bem assim os ícones pintados em afrescos e telas, revestindo as paredes internas. No altar e nas laterais há fileiras de colunas marmorizadas cujos capitéis dourados são em estilo coríntio. Seu revestimento interno é feito em mármore da região de Carrara (Itália), inclusive o iconostácio, diferenciando-o de outras igrejas ortodoxas que, na sua maioria, utilizam a madeira como matéria prima.

          O Iconostácio da Catedral Ortodoxa Metropolitana contém 65 ícones e é encimado por três cruzes ("tripostatos", palavra de origem grega que significa a localização do  tríplice altar para o sagrado ofício da Santa Missa). No centro, onde há a porta régia, pode-se observar do lado direito ao ícone de Jesus Cristo, a imagem de São João Batista, o precursor de Jesus e do lado esquerdo, a imagem de Nossa Senhora e do padroeiro da Igreja, que neste caso é o Santo Apóstolo Paulo.
                     
         Outros ícones compoem o iconostácio, dentre os quais destacam-se Santo Elias, São Jorge, os Arcanjos Rafael, Miguel e Gabriel, a Anunciação da Virgem Maria, Santo Inácio, Santa Bárbara, Santa Tacla, Santa Maria do Egito, São João Crisóstomo, São João Damasceno, São Cosme e São Damião e os doze Apóstolos.
        No lugar de Judas Iscariotes, o Traidor, encontra-se o ícone de São Matias, que é o Apóstolo escolhido pelos discípulos de Cristo, conforme consta da Sagrada Escritura (Atos, 2; 15-26).


  
 Contatos e como chegar :

Rua Vergueiro, 1515, Paraíso, CEP -04101-000, São Paulo / SP - Brasil

Tronco Chave : +55 (11) 5907 - 8610   ***   email: secretaria@catedralortodoxa.com.br